A morte do dinossauro não torna o rato relevante


Brinca com a velha mídia, vai…

Hoje no Twitter rolou uma discussão bem interessante. Inicialmente falava-se sobre a tal Twittess, a Musa do Paradoxo Ontológico, que havia dado uma entrevista para a Playboy. Ela basicamente é famosa por ter muitos seguidores no Twitter, e tem muitos seguidores no Twitter por ser famosa. Vá entender.

A MissMoura colocou o que todo mundo sabe mas ninguém quer ouvir:

A mídia tradicional não tem a MENOR idéia do que seja um script. Pra eles, lista é lista e ponto final. Se você está em 1º, vc tem reputação

Daí aquele poço de inocência nabokoviano, a Bottan, botou sem areia:

como se, no fim das contas, a mídia tradicional cagasse pra gente! auhauahuahua

a coisa aqui é tipo 5ª série, temos nossas panelinhas, mas fora da escola tá todo mundo se fodendo pra gente, com ou sem Playba.

Ambas estão certas. Uma coisa que nós esquecemos constantemente é que se somos o futuro, NÃO somos ainda o presente. As velhas mídias vão morrer, mesmo protestando veementemente "não quero ir pra carroça"’, como está acontecendo no caso do Blog da Petrobrás. Mas não morreram ainda.

No período de Dez/2007 a Dez/2008 os investimentos em mídia online cresceram 44,1% (fonte). UAU! A gente somos fodão, Morra Estadão, Interney vai pagar chopp pra todo mundo!

Ou não?

Bem, digamos que esse crescimento de 44,1% aumentou a participação da mídia online no bolo para 3,5%.

Isso mesmo. De cada R$100,00 investidos em publicidade, TODA a Internet brasileira fica com R$3,50. Quanto aos jornais, a participação deles nos recursos de mídia cresceu 9,3%, representando 15,9% dos recursos alocados. Eu sempre disse que adoro o Estadão e o Pedro Dória é um cara legal!

Querem saber quem é mais relevante que a Internet brasileira inteira? TV por Assinatura. Sua participação é de 3,74%.

Só para bater o último prego do caixão, vamos fazer as contas: Publieditoriais. Quem lê meu midia kit sabe que um post pago aqui  começa em R$500,00. A maioria dos blogs faz por R$150,00, que virou a esmola o preço-padrão.

Pegue a Veja. Escolha uma página aleatória. Página ímpar, são as mais visadas. Está vendo a propaganda? Pois bem: UMA página determinada, na Veja custa R$280.800,00 (fonte). Com esse mesmo dinheiro você publica publieditoriais em 1872 blogs.

Se formos usar como referência um anúncio de  2a Capa + Página 3, que dá a página dupla mais nobre da revista, o preço de tabela sobe para R$580.400,00.

Dá para anunciar em 3689 blogs.

UMA revista. UMA página é suficiente para bancar a maior campanha da história da blogosfera brasileira.

Ainda se sente realmente relevante, caro blogueiro?

Leia Também:

  • Vai entender… Ainda tem gente que anuncia coisas PARA internet em revistas e jornais.

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    Teve um mês que uma montadora de carros anunciou em 8 páginas inteiras no início da Veja, ou Istoé, não me lembro. Se fossem "economizadas" duas páginas, daria para fazer umas das maiores campanhas da web para o carro. Sem contar todo o peso dos links, para o pagerank da empresa, as opiniões diversas…

  • Este post deveria ser leitura obrigatória para todo e qualquer blogueiro.

    Agora com licença, recolher-me-ei à minha irrelevância.

  • Alguém aqui trabalha com marketing? Sério, preciso entender como isto acontece ¬_¬

    • É simples. É uma questão de escala. O marketeiro prefere lidar só com a Veja (mais alguns poucos veículos) pagando o preço deles do que gastar o mesmo mas ter que lidar com 3689 blogs diferentes. Lidar com todos esses blogueiros tem um custo operacional (recursos como tempo, pessoal, passivos jurídicos, etc) que precisa ser levado em conta.

      Outra faceta é a credibilidade. O marketeiro já sabe que a Veja lhe dá visibilidade, enquanto em blogs, ele ainda não percebeu que também PODE conseguir isso (ou mais, ou menos). Ou não percebeu ou percebeu mas não tem coragem de vender essa idéia (e arcar com um possível erro caso não funcione) para a sua diretoria/conselho.

      Isso sem falar que a agência não tem interesse em vender blogs por que é muito mais fácil pegar seus 20% de BV da Veja do que de 3689 blogs.

      Enquanto a blogosfera não se organizar como um veículo único (ou pelo menos grande), representado por uma entidade de classe, ela vai continuar comendo o bolo da publicidade pelas beiradas.

      Forçando uma barra na comparação, o mais próximo de uma "entidade de classe" atualmente é o Google AdSense/AdWords. O marketeiro consegue anunciar em milhares de blogs lidando com apenas uma entidade, o Google.

      • É isso ai Fabio! A questão é simples.. você prefere ganhar 20% do bonus de um contrato com a Veja (40 mil reais) ou ganhar bonus ligando e contratando 3 mil blogs?

        • E o engraçado Diego, para não dizer o paradoxo, é que nós enquanto bloggueiros ficamos difundindo o conceito de rede e de colaboração (web 2.0 e tal) pelos quanto cantos da terra, mas em termos reais não praticamos isso! Na realidade não somos uma rede em termos operacionais (daí a nossa fraqueza), mas sim fragmentos de uma futura rede.

          Falamos de colaboração, mas na prática cada um esta querendo ter seu “publieditorial” de 500 reais (isso os mais ousados) e isso fragmenta tudo. É realmente precisamos pensar em uma “coisa grande” como alguém disse ai!

  • Quanta relevancia caro blogueiro euri.

  • Melhor post que já li aqui. Se bem que no próximo post direi 'melhor post que já li aqui' de novo.

  • Ótimo post, ótimas observações! =)

    De fato blogueiro se vende muito fácil… Não sei se me excluo dessa afirmação – não sei porque ainda não tive nenhuma proposta.

    • Para se vender fácil é preciso haver procura. Prostituta se vende fácil, polícia se vende fácil, blogueiro está mais para compre, por favor.

      • É preciso ter critérios para ver qual Policial se vende fácil, por quanto vai "comprar" uma Prostituta (não que a prostituição esteja em questão), qual médico se vende fácil, enfim, a questão é ética e moral, para toda profissão ou atividade há pessoas que não vão pensar duas vezes, nem precisa da segunda oferta! Mas e o profissional gabaritado? Até mesmo o blogueiro ou webmaster que é muito procurado. Não defendo nenhuma das classes, pois em todas há excelentes, regulares e péssimos, mas a generalização deve ser feita com cautela.

  • Bruno

    Você podia pelo menos ter gerado um PDF com imagens decentes para o seu midia kit.

  • Peraí, eu cobro mais que você para um publieditorial? Deve ser por isso que em 2 anos de blogagem só fiz dois =P

  • Cardoso, gostaria que você perdoasse, ao menos em parte, a minha impertinência em outros tempos.

    Se possível, aproveite para me desbloquear no Twitter. :)

    Um abraço e obrigado.

  • :) O legal é que era só um post no meu humilde blog de menina sobre minha amiguinha de twitter que deu entrevista pra playboy… quem deu relevância foram vocês :) o/

    eeeeeeeeeeeeeeeeee o/

  • Uau!
    Ninguém liga para a internet e mesmo assim babam tanto em cima dela!

  • É por isso que eu quero é rosetar.

    OBS: Morte no título = AdSense ridículo… huahuahua

    []'s

    Compulsivo

  • Está sendo bonzinho nas contas. Dá pra anunciar em blogs, usando CPM do Google, pagando MUITO MENOS que 150 pilas.

    Mas enfim, já é uma referência humilhante hahaha.

    E não é só em blog. Internet de uma forma geral, paga-se quase-nada por publicidade. A mesma exposição e meia página da Veja, no site da Veja custa um pentelhonésimo do valor.

    • Melhor Cenário Possível: Publieditorial. Se for via AdSense é covardia.

  • Eric Souza

    Uma coisa eu fiquei pensando sobre essa história da Twittes: desconsideremos o "script auto follow". Exatamente, qual seria o problema com ela? Ela posta um bocado de coisa "sem relevância"? Se fosse isso seria uma coisa meio sem nexo já que 90% das coisas que são postadas no twitter são sem relevância, apenas um comentário sobre alguma coisa que alguém está fazendo, que gosta ou não gosta. Não é bem como um blog que se o conteúdo é irrelevante hora ou outra vai acabar fechando.

    Só um pensamento.

  • george

    Bah! Mais baixaria que isso impossível!
    Usar um assunto pseudo-relevante para falar mau de outra pessoa.

    Adorei a atitude da Tessália com relação a pessoas como você. Ignorar.

    Essas ações que demonstram o alto nível de inveja diminuem ainda mais a reputação da blogosfera e agora da twittosfera.

    Pense melhor antes de manchar a imagem de sites como o MeioBit que levam a imagem de seus editores.

    Só temos a lamentar.

  • Vou começar a cobrar "deiz real e mais o dinheiro do busão" se alguém quiser um publieditorial meu! Vou desbancar todo mundo!!! :o)

  • Sem dúvida, uma verdade inconveniente.

  • Cardoso, creio que você não está considerando um ponto: anunciar na internet é muito barato frente ao resultado obtido. Ao ponto de as agências de publicidade não sentirem vontade de trabalhar mídia por aqui. De que adianta para uma agência trabalhar uma campanha viral fantástica, que atingirá o país inteiro, se esta campanha custará apenas 2% do que custaria uma campanha semelhante na TV para atingir metade do público? Como agência ganha por comissão, costuma levar seus clientes para outras mídias.

    Conversando ontem com amigos publicitários, ouvi deles que estão cientes de que para vender, por exemplo, a mesma quantidade de apartamentos que conseguem trabalhando 50 mil reais em TV, eles gastariam apenas 10% disso na internet, fazendo um trabalho em cima de seu público alvo. Mas a agência deles ganha por comissão. E muitas vezes escolher a internet em detrimento da TV é escolher uma comissão de 1,5 mil em vez de 15 mil.

  • A pergunta é: qual o valor de um cérebro que pensa se comparado com um leitor da Veja?

    • Pro anunciante, vale muito mais o bolso do leitor de Veja, afinal ele pagou por aquela m***, diferente do leitor de blog… :-/ Triste, mas é…

    • Deixa eu adivinhar: cérebro que pensa seria aquele que lê a revista que dá desconto na assinatura para filiados do PT enquanto arrota isenção, e que tem menos assinantes que o Meio Bit…?

  • Engraçado… na tal entrevista dessa twittess, a mesma pede para não tratar do assunto SCRIPTS, pq será?

    Alguém sabe, aproximadamente, a tiragem da revista Veja? A quantidade de pessoas que ela atinje, diretamente (assinantes e quem compra na banca) e indiretamente (quem ve a revista depois de meses quando vai ao barbeiro e salões de beleza), deve ser gigantesca.

  • Pingback: Twittando « Ressoando()

  • Pra falar a verdade, seja com ou sem Scripts… Quem não queria dar uma entrevista para uma revista como a Playboy? Eu queria!

    Gostei muito do Post, pois não tinha idéia do Midia Kit de uma revista como a Veja e muito menos de um blog como o do Cardoso (que me interressa muito mais). Já conhecia os números de gastos com os tipos de Mídia e não me assustei.

    Preciso ler mais o Contraditorium

    @unidadelivre

  • É a realidade nua e crua. A união perfeita entre o desconhecimento dos empresários e a "malandragem" das agências como disse o Marlos Ápyus.

  • O ROI da internet é um dos melhores, se vc pegar qualquer livro de marketing saberá disso, como você pode analisar se uma campanha foi efetiva numa revista ou televisão como na internet que vc tem uma mensuração de dados com várias estátisticas e variáveis.

  • A mídia é velha, mais ainda está viva…

    • E continua bastante poderosa.

  • Eu posso estar "viajando", mas me parece que ainda falta auto-confiança para nós blogueiros. Como disse o Noronha,"blogueiro está mais para compre, por favor."
    Eu já fui procurada inúmeras vezes para fazer posts publicitários "de graça". Não faço e pronto. Se eu não valorizar o meu blog e os meus leitores, quem irá valorizá-los?
    Eu acredito no meu trabalho e tenho uma visão de quanto vale um post lá – muuuito menos do que aqui, mas muito mais do que "coisa alguma".
    Esses valores apresentados pelo Cardoso mostram exatamente isto. Por 150,00 dá pra fazer uma campanha bem legal em blogs relativamente famosos….já na Veja não sairia por menos de R$280.000,00.
    Os programas de afiliados então…dispensam comentários.
    Colegas, é hora de levarmos nosso trabalho a sério e nos darmos o devido valor.
    Eu montei meu Midia Kit em cima de valores que considerei adequados a um blog, digamos, de tamanho M, me baseando nos de tamanho G e GG porque esses seriam os "preços de mercado", mas sinceramente acho que estão muito aquém do que valem na verdade.
    Vamos parar e refletir?

  • Mas é interessante que a Internet é considerada a "grande culpada" pelo enxugamento das outras mídias, em especial a impressa. Você ouve os editores reclamando que a web roubou os leitores, o que, olhando os números médios de venda de publicações, tá bem próximo a verdade… Mas se não roubou (muito) a verba publicitária, qual é mesmo o motivo da crise? E se a web roubou os leitores, porque não roubou a verba publicitária?

    Interessante como uma coisa (o público) pouco tem a ver com outra (a grana)…

  • lindoya

    Cara Juliana Sardinha,

    Fui dar uma olhada no seu media kit, e constatei que ele está hospedado em um site que retorna a seguinte mensagem do firewall da empresa em que trabalho:

    O site dl.getdropbox.com foi denunciado como sendo um foco de ataques e foi bloqueado baseado em suas preferências de segurança.

  • Pingback: Por todos os meios necessários, tudo pela causa | O Crepúsculo - Textos, Crônicas, Contos, Opinião, ()

  • Só tem uma coisa nessas briga toda que eu não consigo entender. Quem é que disse que twitter ou blog é uma ferramente exclusiva de marketing, ou uma ferramenta exclusíva de quem tem ou deveria ter algum tipo de conteúdo?
    Os blogs (e agora o twitter) são ferramentas criadas (pelo menos na sua origem) para que cada um possa escrever o que quer, sobre o que quer, sem qualquer preconceito. Até planta entreve no twitter. Isso é conteúdo? É claro que não. Twitter e blogs são (pelo menos deveriam ser) passatempo (ou um simples diário, como era no início). É só diversão e é assim que deveria ser encarado. Os publicitários de plantão, ou aqueles que usam a ferramenta como meio de angariar fundos é que, no meu ponto de vista, começaram a usar essas ferramentas com fins deturpados, já que todas nasceram com fins lúdicos. Claro, há excessões. Acho ridículo rotularem pessoas como “de conteúdo” ou “sem conteúdo”. Lê-se ou seguem-se essas "conteúdos" quem quiser. A internet é livre. Essa é a sua beleza. E se os bloqueiros “profissionais” se sentem mal com isso, problema deles. Afinal, convém lembrar que o blog surgiu também como uma diversão. Onde qualquer um poderia escrever sobre qualquer coisa mesmo não sendo um escritor profissional. Daí vieram os marqueteiros e os “profissionais” (que convenhamos, na época eram apenas jovens tentando ganhar um extra) e usaram a facilidade dessa ferramenta para ganhar dinheiro “fácil”. Realmente não consigo entender. Somos todos inúteis, como diria a canção. E dentre esses inúteis tem uns que se acham mais do que os outros, são os inúteis hipócritas. A gente não pode esquecer que mídia social é livre pra todos. Pra se fazer o que quiser. Informar, trocar mensagens, ler textos interessantes ou uma piada semgraça qualquer. É possível ser avisado quando devemos aguar a plantinha. É (ou era) possível reler a bíblia de uma forma muito engraçada. Até ler as histórias de Deus. E isso não éra encarado como "de conteúdo" ou não. Era tudo diversão. Como deveria ser. Como nasceu para ser. Transformar mídias sociais em meios unicamente publicitários ou como ferramentas exclusívas de marketing é desvirtuar a essência dessas ferramentas, que foram criadas para divertir e para estreitar laços entre as pessoas num mundo onde cada dia que passa se vive mais distante, mais preso em casa ou no trabalho, mais solitário.

  • Pingback: O que é relevante na Internet. E na vida. « Mundo Cão, Mundo Insano()

  • luciano

    Com esse orçamento dá para manter quantos blogs? http://igrejainternacional.wordpress.com/2009/06/

  • cottonboy

    A quem interessar possa, a veja tem uma tiragem de 500mil exemplares e ela se paga sozinha só com os anunciantes na revista (o que implicaria dizer que, se ela quisesse, poderia simplesmente nao cobrar nada pela revista na banca e aos assinantes).

    Fato é que tem muita gente aqui viajando completamente. O tempo para uma nova midia superar outra é enorme, mas não exclui a antiga. Todas as midias sao variacoes (ou evolucoes, como queiram) de algo que ja existia. Mas sinto lhes informar, apenas 5% da populacao brasileira tem acesso a um computador com internet enquanto 99% dos domicilios possuem uma televisao (porcentagem maior do que o numero de geladeiras, ou seja, as pessoas preferem ter uma televisao a uma geladeira, legal né?)

    Verdade tambem que as agencias buscam reserva de mercado. Claro, elas nao sao burras (eu trabalho em uma, eu que sei) mas enquanto a televisao tiver mais relevancia que a internet, é lá que se investira… independete da audiencia da Globo cair, mas o Share aumentar exponencialmente.

    Daqui a 20 anos, quem sabe, esse quadro se inverta (ou surja outra midia que tome o lugar da internet como "futura maior midia"). No mais, é tudo espculacao.

    twitter.com/cottonet86

  • Li todos os comentários e achei excelente a discussão, mas o que o Fábio Seixas falou é realmente o núcleo da questão para muitas organizações:

    É simples. É uma questão de escala. O marketeiro prefere lidar só com a Veja (mais alguns poucos veículos) pagando o preço deles do que gastar o mesmo mas ter que lidar com 3689 blogs diferentes. Lidar com todos esses blogueiros tem um custo operacional (recursos como tempo, pessoal, passivos jurídicos, etc) que precisa ser levado em conta.

    Trabalho em uma Universidade desenvolvendo geomarketing de rede (redes sociais) e é realmente uma dificuldade enorme vencer o volume de burocracia (burocracia cotidiana)para aprovar alguma iniciativa para a rede. A questão é que eles tem preferência para trabalhar de organismo jurídico (se preferir pessoa física, mas tem a parte jurídica junto) para organismo jurídico. Hoje tudo gira em torno de contratos de prestação de serviços então os advogados já querem assinar contratos com a visão de que uma vez "rompido o acordo" eles possam ganhar a demanda!

    A questão da imagem (direitos autorais) e conteúdo é uma pedreira para um advogado de mais de 40 anos acostumado a avaliar contratos "quadradinhos". É realmente complicado trabalhar dentro de estruturas assim! E a esmagadora maioria é assim! Dai eu concorda r com Seixas que na hora H eles preferem trabalhar mesmo com um grande organismo que lhes dê garantias processuais e jurídicas!

  • Blogs e mídias sociais em geral são o futuro na mesma medida que o Brasil é o país do futuro.

    O problema é que esse tal de futuro nunca chega.