Mais um meme: O que fazer com o dinheiro do Google

drevil_thumb%5B3%5D Mais um meme: O que fazer com o dinheiro do Google

Um ProBlogger, ao contrário de um blogueiro normal, faz coisas bem menos extravagantes com o dinheiro do blog, pois ele não é um extra, e sim sua principal renda. Mesmo assim não vou decepcionar a Bia, que me convidou para seu Meme.

Ela quer saber o que nós, que ganhamos dinheiro com AdSense no Brasil, fizemos com o dinheiro. Quanto aos outros 999 eu não sei, mas no meu caso chutei um pouquinho o pau da barraca. Por uma questão de (in)sanidade mental.

Eu preciso ter a noção de que o negócio está dando certo, e não é com recibo de contas pagas que isso funciona para mim. Pagar contas é fácil, qualquer emprego garante isso. Preciso de uma demonstração mais dramática, ainda mais depois de 3 meses à míngua.

Bom mesmo era ter um diário

queridodiario_thumb%5B1%5D Bom mesmo era ter um diárioA idéia do  diário é algo que nunca me atraiu. Não vou ficar planejando para o [BP]Alzheimer[/BP], e de qualquer forma há tantos textos mais interessantes do que a história da minha vida, não quero gastar a velhice lendo sobre ela, mesmo que me pareça inédita.

Entendo o conceito de [BP]Memórias[/BP], essas sim são feitas para leitura de terceiros, mas só devemos começá-las quando acharmos que já fizemos tudo de importante que planejamos. Não estou pronto pra isso.

O blog, como originalmente proposto, era uma mistura de [BP]diário[/BP] com caderno de memórias, pois era feito para ser lido por outros. Mais ainda, era para ser lido por estranhos. Isso sempre me deixou meio desconfortável. Para falar a verdade mesmo os mais próximos lendo um diário meu já me deixaria desconfortável.

Mesmo assim há uma estranha atração, expor-se para um estranho pode ser gratificante (não estou falando de gloryhole, sosseguem) e gerar muitas sacadas legais, é uma forma de ver a própria vida sob outros olhos. Expor nossos fracassos pode ser um preço pequeno, quando podemos expor também nossas conquistas. Achamos almas semelhantes, compartilhamos experiências. Pombas, às vezes o pensamento mais irrelevante gera um comentário de alguém que se identificou com ele.