A Stalinização da Internet – ou: Cardoso deu na Wikipedia

115828403410_stalin_tn A Stalinização da Internet - ou: Cardoso deu na WikipediaUm espectro ronda a Internet, é o espectro do coletivismo. Esse leviatã, composto por milhares e milhares de egos dita suas próprias regras, vive segundo suas próprias leis e é o fim do indivíduo como o conhecemos.

Os projetos comunitários, como a Wikipedia e os projetos Open Source estão deixando de ser excelentes ferramentas de socialização para virarem clubes fechados, não só refratários a críticas mas ativos em tentar destruir tudo e todos que se manifestam em termos menos que ufanistas em relação a eles.

Não é mais sequer permitido você dizer que não gosta de algo, os projetos comunitários criaram uma estratégia de rejeição de críticas que seria cômica, se não trágica.

Recentemente meu artigo onde demonstro a falta de conteúdo da Wikipédia em português foi invadido por um bando de wikiotas que decidiram que a melhor forma de refutar meus argumentos era atacar minha pessoa.

Agora um desses wikiotas se deu ao trabalho de criar uma entrada na Wikipédia com o nome de Contraditorium, somente para atacar este blog e principalmente, minha pessoa. Quer saber? EU ADOREI. Eu sou fã da Luciana Vendramini, mas nem por isso venci a preguiça e escrevi uma entrada sobre ela. Para o sujeito se dar ao trabalho, deve realmente se importar comigo.

The Ubuntu Plan – Freakonomics Style

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A maioria dos fãs não liga para esses detalhes, então não se preocupam de onde vem o dinheiro para adesivos, CDs gratuitos, equipes de marketing e desenvolvimento em diversos países e tudo mais que faz o Ubuntu ser o sucesso que é hoje.
Bem, há um plano ali. Ninguém joga dinheiro fora, e Mark Shuttleworth, o milionário sul-africano que está investindo milhões de dólares no Ubuntu está, bem… investindo. Ele tem um plano, e se for o que eu suspeito será a maior jogada da História da TI mundial. Claro, a maioria dos fanboys acha que os CDs aparecem por mágica, e que todo mundo da Canonical trabalha de graça, enchendo a barriga de idealismo.

O mundo é um pouquinho mais complicado que isso, mas Mark Shuttleworth está ciente do que deve ser feito.

Quem precisa de Valium afinal?

shopping_tn Quem precisa de Valium afinal?

O velho truque de curar depressão através da Shoppingterapia não costuma funcionar para homens. Nõs não temos paciência para todar 400 lojas e no final sair de mãos vazias dizendo “não tem NADA nesse lugar”. Também não ajuda aos que sofrem de Alta Ansiedade quando a compra é feita online.

Quem vende para mim e não é uma empresa gigantesca sem-rosto, sofre. Eu sou chato, eu ligo, pergunto, fico olhando relógio. É horrível esperar, esperar, esperar. Por isso eu abomino a pré-venda. Parei de assinar a Playboy também por causa disso, ver a revista na banca e ter que lidar com atrasos de um ou dois dias? Inviável. Criaturas imediatistas precisam de recompensa imediata. Talvez a pior semana na vida de um sujeito seja a que se segue depois da Luana Piovani finalmente ceder e dizer: “OK, eu dou, mas só semana que vem”.

Suicide Bombers are Bad, mmmmkay?

Alguém no Pentágono acha que propaganda ganha guerras, então resolveu investir em um comercial contra os Homens-Bomba. O problema é que esse tipo de campanha não funciona. É dinheiro jogado fora. Comerciais de TV contra homens-bomba tendem a funcionar tão bem quanto comerciais anti-drogas e anti-tabaco.

Bolas, todo fumante sabe que cigarro faz mal. Eles não gostam de tossir, não gostam de não poder subir escadas e não creio que um sequer afirme que cigarro não causa câncer, enfisema ou paumolescência adquirida. Mesmo assim eles fumam. Não vai ser uma foto de um rato do lado de uma barata que vai fazer alguém parar de fumar. Eles sabem que cigarro mata.

Da mesma forma as campanhas anti-drogas são risíveis, pois mostram jovens consumindo drogas em festas, todo mundo curtindo, a música melhor e mais alta por causa do Extasy, gatinhas dispostas a trocar um bolagato por um baseado OU se você for uma gatinha, carinhas que você faria de graça dispostos a te fornecer droga em troca de um “carinho”…