Estagiário do G1 inventa estrelas cadentes giratórias
Sendo justos, dessa vez ao menos não disseram que a chuva de meteoros ocorreu a 32 metros de altitude, mas fora isso, foi uma pisada de bola vergonhosa. Vejam a matéria, escrita por um estagiário do G1 que entende menos de astronomia do que as coisas que crescem no meu umbigo:

Que lindo, não? Só que isso não faz o menor sentido. Um meteoro tangencia a atmosfera muito rapidamente, só alguns segundos, no melhor dos casos (OK, algumas vezes bem mais, no caso da Rússia, e não exatamente tangencia.).
Em geral estrelas cadentes também não fazem movimentos circulares.
Como o fotógrafo conseguiu esse efeito?
E a NET não sai bem na foto nem com o Duran
Cultura Pop e os Snowdens competentes
O Grande Post das Salsas Aéreas – Parte 2 – A Missão
Hoje, 6/7/2013 um Boeing 777 de prefixo HL7742 da Asiana Airlines, uma das maiores empresas aéreas da Pior Coréia sofreu um acidente ao pousar em São Francisco, vindo de Seul, com 303 pessoas a bordo, no vôo OZ214.
Aparentemente o piloto tocou muito no começo da pista, a cauda atingiu as rochas na cabeceira, se soltou, o bicho deu um cavalo de pau e foi parar na caixa de birita. As turbinas se soltaram, as asas romperam, absorvendo como projetado a energia do impacto. Um incêndio começou, os escorregas de emergência foram ativados e graças aos procedimentos de emergência que todo mundo ignora quando a chata da aeromoça repete, até agora não há nenhuma morte confirmada, parece que há um passageiro em condição crítica, a enorme maioria escapou ilesa.
Dito isso, vamos ao que interessa: Em 2009, a queda do Airbus da AirFrance no Brasil desencadeou outra tragédia: As Salsas Aéreas. Comentaristas de portal, a forma mais inferior de vida, atacaram em enxames, produzindo pérolas de ignorância DELICIOSAS DE SE LER, se você não tem nenhuma esperança na Raça Humana. Isso rendeu O Grande Post das Salsas Aéreas.
Agora a história se repete, então vamos ao…
