A Felicidade Não Se Compra

O filme A Felicidade Não Se Compra, de Frank Capra talvez tenha salvado mais vidas que qualquer CVV. Todos os anos principalmente em países de língua inglesa é um cássico obrigatório na época de Natal. Em 1947, no Lux Radio Theatre grande parte do elenco original, inclusive James Stewart interpretou uma versão adaptada para o rádio, que por si só se tornou um clássico também. É ela que trago após os comerciais, digo, o link…

A História


George Bailey e Clarence

A História é incrivelmente simples. Como toda grande história, não tem reviravoltas, passagens secretas ou situações de “oh!”.

George Bailey é um sujeito comum, leva uma vida apertada mas honesta, fazendo o possível para ajudar a todos em sua pequena cidade. Infelizmente as circunstâncias da vida o colocam contra a parede. Ele se vê prestes a perder a família, o trabalho, a liberdade. Assumindo que fracassou, George decide tirar a própria vida, mas é impedido por Clarence (Henry Travers), um anjo (AS2 – Segunda Classe) Que mostra a george o quanto ele pode ser importante, o quanto a vida de uma pessoa toca e influencia todos a sua volta.

Parando por aqui para não estragar o prazer do espectador, vamos ao motivo do post:

Neste link aqui temos a versão para o Lux Radio Theatre. Uma hora de duração, formato MP3, 10MB que valem cada byte de download.

E não se esqueça do recado de Clarence:

Remember, George: no man is a failure who has friends.

Cotação Cardoso: Stern(7,g)

Leia Também:

  • Cardoso,

    Fiz uma análise sobre este filme e citei seu post lá nos contos bregas.

    Sds,

    Thiago de Góes

  • Este é com certeza um dos melhores filmes que já foram produzidos no mundo!

  • Em um mundo a meio de modismos passageiros e apelações constantes, podemos constatar esta obra prima do cinema americano. Não só mostra os valores inestimáveis da familia na vida de uma pesssoa, dá também lições sobre a importância da existência de cada um. Não só indico este fantástico filme como acho que devia existir em cada prateleira(principalmente daquelas pessoas que perderam a esperança).